Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate.
De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Lar, doce lar.

Lembram-se do tal fantasma analista que chapelei no meu post anterior? Pois já nos pegámos no post seguinte dele, que teima em defender o Campos do nosso desentendimento. Ninguém é perfeito, caraças! Eu sei. Mas anda um homem como eu a militar na família monoparental uma vida inteira para acabar agora em beijos e discussões diárias como num casamento?
Tudo aqui, para os amantes do Campos e da violência doméstica.
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