Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate.
De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
4 comentários:
Sabes o que dizia o meu pai, há 5 ou 6 anos atrás, quando toda a gente festejava o facto de passarmos a receber da CE um milhão de contos por dia? Que um milhão de contos era a factura diária da EDP e que portanto havia dinheiro para a luz, faltava para os ovos, a carne, os sapatitos e tudo o resto...
Sendo 640 milhões de euros, em contas de cabeça,um pouco menos de 128 milhões de contos, sugiro que, dado o espiríto da época, se iluminem umas quantas árvores de natal e escusamos de matar mais a cabeça para saber onde esturrar os troquitos da herança...
é o que se pode arranjar
Terão sido os últimos ganhos do colonialismao?
t,
pesada herança, se faz favor. só de juros pagava o estado português uma pipa de pilim..
arranjónimo,
pois.
daniel,
os primeiros não foram, com ceteza.
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