Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate.
De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.


quarta-feira, 30 de abril de 2008

Bom dia. Hoje eu tenho casa nova.

Bonita, espaçosa, arejada, funcional e acolhedora. Isto só para começar, que o rol de adjectivos é longo e amplamente merecido. Falo de um casinhoto desenhado com carinho, pude sentir isso mesmo ao longo do processo criativo, que me limitei a acompanhar com uns amen de vez em quando, só para não estar calado, enfim. Porque o batuta da história é o Pedro Neves, da equipa SAPO, que se esmerou ao ponto que se pode (e deve) ver aqui.
A ele e à Maria João Nogueira devo atenções que se relectiram na qualidade do produto final.
Para eles os meus sinceros agradecimentos, para si o novo endereço do
7vidas:
setevidascomoosgatos.blogs.sapo.pt.

3 comentários:

jose carlos pratas disse...

e agora que te descobri, vamos passar a ter umas longas conversas.
um grande abraço :-) pratas.

Rui Vasco Neto disse...

grande zé:
maravilha, este recadinho! que é feito de ti, pequeno bilte? diz alguma coisa, vamos beber duas e por a escrita em dia, valeu?
um enorme abraço para ti, meu amigo.

rvn

bernard n. shull disse...

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