Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate.
De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.


sexta-feira, 11 de abril de 2008

Confúcio dixit

4 comentários:

Anónimo disse...

Mas, quando JC foi morar com o pai adoptivo, já ia criado, com 33 anos. Já foi ajudar a criar os irmãos.
lenor

Trolha disse...

Cheguei através de outros, vi por mim e gostei do que li.

Parabéns.

Anónimo disse...

Trolha, anda, segue-me, que só te levo por bons caminhos.
lenor

sinhã, a. disse...

Isto parece o fungágá: Deus nos livre. :-)