Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate.
De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
7 comentários:
Rui, da próxima vez que chamares casamento à união entre dois maricas ou um par de lésbicas, mando-te cavar batatas ou pentear macacos.
daniel,
onde viste tu essa afirmação tão extraordinária da minha parte e que eu nunca disse? Hoje eu vejo o mundo a mudar, disse eu, gente que era azul ontem e hoje é verde. E hoje eu vejo a tua leitura a piorar, ó da Maia. Bom dia, abre esses olhos, corisco!
Sim, que o tal de casamento, ao contrário do que vem nos dicionários, é um sacramento e essa gente, se é que é gente, deixou de ser filha do tal deus do amor!
(Ora deixa cá ver onde raio é que deixei o pente e a enxada...)
Até.
samuel
E que tal dividirmos tarefas? Eu fico com os macacos.....
samuel
E que tal dividirmos tarefas? Eu fico com os macacos.....
Insaciável
Ora aí está uma atitude humanitária muito bem-vinda.
Abreijos
Samuel, eu falei em casamento, não em matrimónio. Entendido?
Mas seja-me permitido dizer que, neste tempo da mania do politicamente correcto, eu não me coíbo de dizer que isso de chamar casamento à união de duas pessoas do mesmo sexo (não tenho rigorosamente nada contra que o façam, e até que lhes sejam concedidos benefícos equiparados aos das famílias "casadas" ou "matrimoniadas") é um absurdo em termos de bilogia, antropologia, história da sociedade, etc. E fique claro que, entre os meus melhores amigos, sempre houve homossexuais.
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